Setembro costuma trazer ao Noroeste do Paraná as duas situações em que ninguém quer ficar sem proteção: sol forte e pancada de chuva. Pela média histórica do Simepar, a região recebe entre 125 mm e 150 mm de chuva no mês, e o extremo Noroeste registra as máximas mais altas do estado, entre 28°C e 30°C. As mínimas também são as mais elevadas do Paraná, entre 16°C e 18°C.
Em 2026, esse quadro ganha um reforço. Com o El Niño ativo desde junho no Oceano Pacífico, o Simepar prevê chuva acima da média em todas as regiões paranaenses, com o fenômeno atingindo o pico entre a primavera e o verão. “O El Niño aumentará no Paraná a frequência de chuvas e sistemas frontais”, explica o meteorologista Leonardo Furlan, do Simepar. A combinação de calor e umidade favorece pancadas e temporais, principalmente no período da tarde.
Para empresas que estão definindo os brindes do Dia do Cliente e do fim de ano, o cenário é um bom argumento para trocar itens que ficam parados por um que acompanha o cliente no dia a dia: o guarda-chuva personalizado.
Da gaveta para a rua
Caneta, chaveiro e caneca são escolhas tradicionais, mas raramente saem da mesa ou da gaveta. O guarda-chuva faz o caminho oposto: vai para a calçada, para o estacionamento, para a fila do banco e para a porta das lojas, levando a marca junto. E aparece justamente nos dias em que mais gente está na rua procurando abrigo.
A utilidade é o que faz um brinde durar. Segundo o estudo mais recente do Advertising Specialty Institute (ASI), entidade norte-americana do setor de produtos promocionais, 78% dos consumidores guardam um brinde porque ele é útil, e esse índice é ainda maior quando o item é um guarda-chuva.
Uma edição anterior da mesma pesquisa, feita com quase 25 mil consumidores, detalhou o efeito. Mais da metade dos entrevistados (54%) disse que usaria um guarda-chuva personalizado por pelo menos dois anos, e 36% afirmaram que ficariam mais propensos a comprar de quem deu o presente. No mesmo levantamento, o índice foi de 30% para canecas e canetas e de 20% para bonés.
O custo também pesa a favor. Como o guarda-chuva é usado muitas vezes ao longo de sua vida útil, o ASI calculou que um modelo de 10 dólares sai por cerca de meio centavo de dólar a cada pessoa que vê a marca. Para quem quer sair do óbvio, vale conhecer outras alternativas aos brindes corporativos tradicionais.
Um modelo para cada situação
A escolha do modelo depende de quem vai usar e onde. Para recepções de clínicas, escritórios, hotéis, academias e lojas, o mais indicado é um guarda-chuva grande, com 1,20 m de diâmetro e opção de proteção UV. Ele protege mais de uma pessoa e serve tanto para os dias de temporal quanto para o sol do meio da tarde, algo que faz diferença em uma região quente como o Noroeste.
Esse tipo de guarda-chuva costuma ficar à disposição na portaria, para ser emprestado a quem precisa sair debaixo de chuva até o carro ou o ponto de ônibus. A LATAM, por exemplo, adotou um modelo desse porte para proteger passageiros em aeroportos menores, onde o embarque é feito a pé até o avião.
Já para presentear clientes e colaboradores individualmente, a opção mais prática é uma sombrinha personalizada que cabe na bolsa. Compacta, ela vai no porta-luvas do carro, na mochila ou na gaveta do escritório, e está sempre à mão quando o tempo muda de repente, o que é comum na primavera.
Outros usos também funcionam bem na região:
- Feiras e dias de campo. Eventos do agronegócio e festas ao ar livre ficam expostos ao sol e à chuva, e o guarda-chuva entregue ao visitante resolve o problema do dia.
- Equipes externas. Vendedores, entregadores, técnicos e representantes comerciais trabalham na rua com qualquer tempo, e o guarda-chuva com a marca vira equipamento de trabalho e uniforme ao mesmo tempo.
- Ações de relacionamento. Cooperativas, concessionárias, imobiliárias e escritórios de contabilidade podem usar o item em visitas, assembleias e eventos com clientes.
O que observar antes de encomendar
A qualidade do guarda-chuva é parte da imagem da marca. Um modelo que vira do avesso na primeira ventania passa a mensagem errada. Por isso, vale conferir se o produto tem varetas duplas e haste de metal galvanizado, que não enferruja, e se o tecido é resistente. O modelo de portaria da Florença, por exemplo, usa oito varetas duplas de metal, haste galvanizada e tecido de poliéster 190T, e está disponível em 17 cores.
A cor também merece atenção. A logomarca precisa de contraste com o tecido para ser lida à distância: logo clara em fundo escuro ou logo escura em fundo claro. Tons muito próximos fazem a marca desaparecer na rua.
Por fim, é preciso planejar a quantidade e o prazo. Fabricantes trabalham com pedido mínimo e tempo de produção, e o ideal é que o brinde chegue ao cliente no começo da temporada de chuva, e não no fim dela.
Presente que dura mais que a data
O Dia do Cliente, comemorado em 15 de setembro, abre a temporada de brindes corporativos. A data foi criada em 2003, no Rio Grande do Sul, pelo empresário João Carlos Rego, com a proposta de homenagear os clientes e aproximar comércio e consumidores por meio de brindes, promoções e descontos.
Depois dela vêm as festas de fim de ano, quando muitas empresas optam pela tradicional cesta. A cesta agrada na hora, mas acaba em poucos dias. O guarda-chuva segue em uso nas estações seguintes e continua lembrando o cliente de quem deu o presente, como mostra este comparativo entre guarda-chuva ou cesta de fim de ano.
Um cuidado extra vale para 2026, ano de eleições gerais. A Lei das Eleições proíbe candidatos e comitês de distribuir brindes durante a campanha. Brindes institucionais de empresas não são o alvo da regra, mas a recomendação é não incluir no item nome, número ou mensagem de candidato.
Fabricante atende empresas de todo o país
Os modelos citados são produzidos pela Florença Guarda-Chuvas, indústria gaúcha com mais de 30 anos no mercado de brindes, especializada em guarda-chuvas, sombrinhas e guarda-sóis personalizados. A empresa informa já ter atendido mais de 5 mil clientes e entregue 1 milhão de guarda-chuvas pelo Brasil, com marcas como Sicredi, Sicoob, Coca-Cola, Arezzo e Azul na carteira.
Segundo a fabricante, cada peça é inspecionada individualmente antes da entrega, e a personalização é feita com equipamento automatizado próprio. O pedido mínimo é de 30 unidades, volume acessível para pequenos comércios, clínicas e escritórios do Noroeste que querem entrar na temporada de chuva com a marca à vista.
